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Esquina do tempo por Brito-Semedo © 2010 - 2015 ♦ Design de Teresa Alves
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Brito-Semedo, 20 Fev 26

A primeira história geral do arquipélago disponível em língua inglesa, enquadrada numa tapeçaria regional, oceânica e global mais ampla.
Brito-Semedo, 17 Fev 26

O debate em torno da expressão “nação crioula” tem mostrado, acima de tudo, a dificuldade em pensar Cabo Verde sem recorrer a fórmulas simples. Entre a vontade de ser o primeiro e o receio de ser apenas mais um, perde-se o essencial: compreender a história do país.
Brito-Semedo, 16 Fev 26

Concepção Andreia Brandão
Nos textos anteriores, ficou delineado um percurso editorial construído sem pressa e sem ruído. Da escrita dispersa à edição em livro, a CRIoula MBS Editora pretende afirmar-se como um projecto organizado em ciclos, continuidades e escolhas conscientes. O Catálogo Editorial 2026 torna visível essa arquitectura; as Conversas no Poial vão levar ao encontro directo com leitores e criadores. Faltava ainda dar atenção a um elemento decisivo dessa construção: a identidade visual que acompanha e representa o projecto. O logótipo surge, assim, não como adorno, mas como parte integrante da sua coerência editorial.
Brito-Semedo, 15 Fev 26

A 15 de Fevereiro, o Esquina do Tempo cumpre 16 anos. Não é apenas uma data de celebração – é um momento de recolhimento e de balanço, de olhar o caminho percorrido e perceber o que ficou escrito contra o esquecimento.
Brito-Semedo, 7 Fev 26

O Talaia-Baxu é um género musical e dançante nascido em Atalaia Baixo (Talaia Baxu), localidade da zona Norte da ilha do Fogo, no concelho dos Mosteiros. Por vezes aproximado da coladeira, distingue-se, contudo, por uma identidade própria, profundamente enraizada nos contextos populares foguenses.
Brito-Semedo, 5 Fev 26

Pensar com os pés fincados na terra
Depois de evocar a palavra como condição de liberdade e de regressar ao tempo em que pensar já era um acto de coragem, importa dar um passo mais fundo: compreender Claridade não apenas como revista ou geração, mas como o gesto intelectual que ensinou Cabo Verde a olhar-se a partir de si próprio.
Brito-Semedo, 2 Fev 26

Durante décadas, São Vicente conheceu um ritual hoje quase esquecido: barcos feitos para o mar percorriam, por terra, as ruas da cidade. Não era espectáculo nem cerimónia. Era trabalho, esforço colectivo e prática corrente, inscrita no quotidiano urbano.
Brito-Semedo, 23 Jan 26

Celebrar heróis é legítimo. As comunidades precisam de referências, datas e figuras que organizem a memória colectiva. O problema surge quando a celebração se transforma em culto e o culto dispensa a reflexão.
Brito-Semedo, 21 Jan 26

Entre 1901 e 1909 nasceu a geração que deu forma à modernidade literária cabo-verdiana e ensinou o país a pensar-se antes mesmo de existir como Estado. Às vésperas das celebrações de 2026–2027, importa aprofundar esse tempo fundador – não como exercício memorialista, mas como critério para pensar a liberdade, a cultura e a democracia.
Brito-Semedo, 17 Jan 26

Foto: João Benício, Facebook

Foto: Manuela Brito, Facebook
Felicidade é também isto: ter acesso ao belo.
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Triste com a notícia de um bom amigo que nos deixo...
Gostei muito.Batcha.
Cara Amiga e Colega, obrigado pela leitura atenta ...
Gostei do seu texto. Assertivo, muito simbólico e ...
Cara Amiga, Os grupos de Carnaval de SonCent têm t...