Recomendações de consulta
Assuntos culturais
Bibliotecas Virtuais
Blogues Parceiros
Documentários
Instituições Ensino Superior
Para mais consulta
Esquina do tempo por Brito-Semedo © 2010 - 2015 ♦ Design de Teresa Alves
Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
Brito-Semedo, 7 Fev 14
Brito-Semedo, 21 Dez 13
Grupo de Teatro do Centro Cultural do Mindelo
Apresenta BLIMUNDO
Dia 22 de Dezembro às 17h30
Bilhete 200$00
com: Adilson Spínola, Aramis Monteiro Évora, Caplan Neves, Cesar Benros, Dery Steven Lima, Eder Fonseca, Keltonsilva Silvadossantos, Patricia Silva, Patricia Monteiro, Simone Rodrigues
Actores convidados: Amílcar Gomes, Sílvia Lima, Ricardo Lima Fidalga.
Era uma vez um boi que nasceu no regaço de uma flor no pico mais alto da montanha mais alta, numa terra onde hoje o peso de uma amarga história de escravatura, de opressão, de colonização foi enterrada nas profundezas dos corações de seu povo e coberta com a liberdade dos que não se olham e não se sentem.
Era uma vez um boi filho das rochas, apreciador de flores e amigo das borboletas e amante da liberdade. Era uma vez um boi que partiu para muito longe, na ponta de uma navalha e nas asas do amor. Era uma vez um boi que acreditava que só existimos enquanto somos livres e que a injustiça não é necessária. Era uma vez um boi que acreditava nos homens e no amor, e aprendeu com uma fada a dizer: “Acreditem! Está um lindo dia para acreditar” - Caplan Neves
Brito-Semedo, 17 Set 13
Discurso do Presidente da República por ocasião do Encerramento da 19.ª edição do Festival Internacional de Teatro do Mindelo.
Foto Presidência da República, 2012
A Arte ou a outra dimensão da Vida
Uma das características marcantes da Arte é a sua dimensão a um tempo momentânea e permanente.
Uma pintura, uma partitura, um filme, uma peça de teatro, um poema são “sentidos” num momento dado, ou se se preferir, numa sucessão de momentos dados.
A comunhão entre o criador e o destinatário, através da obra que é apreendida pelos sentidos, pelo corpo, pelo espírito, inicia-se num pedaço de tempo, que embora possa ser infinitamente renovado, é irredutivelmente curto, muito curto mesmo, efémero, não obstante integrar um todo relativamente permanente que consiste na representação que o destinatário elabora, enquanto recriação, de alguma forma «obra» sua.
Mas a criação original permanece. Ela renova-se, revive, a cada contacto com o destinatário, uma vez que só essa relação lhe confere sentido, lhe empresta corporalidade, ainda que simbólica. A perenidade da obra acaba sendo assegurada por essa sucessão de contactos mais ou menos efémeros, pelo encadeamento de momentos, de instantes, de bocados.
Brito-Semedo, 11 Set 13
No âmbito do estudo sobre a dramaturgia de Shakespeare na língua cabo-verdiana, o encenador João Branco estreou ontem, dia 10 de Setembro, a terceira peça da trilogia Shakespeareana em crioulo, "A Tempestade", depois de "Romeu e Julieta", em 1998, e "Rei Lear", em 2003.
Co-produção Grupo de Teatro do Centro Cultural Português do Mindelo e Grupo Teatral Craq'Otchod.
ArielPróspero e CalibanBrito-Semedo, 9 Set 13
Estreia no festival Mindelact 2013. 49ª Produção do GTCCP em Co-Produção com a Grupo de Teatro Craq’Otchod e o Festival Mindelact 2013.
Uma ilha carregada de relatos sobre bruxas, de lendas e histórias extraordinárias, onde bizarros acontecimentos vagueiam com grande facilidade pela boca do povo. Uma ilha que tem hoje tal energia, paisagem tão arrebatadora, que pode muito bem ter sido um dia a ilha de Caliban, esse filho disforme da feiticeira Sícorax, banida de Argel pelos seus pares. Uma ilha que pode muito bem ter sido o pouso ideal para um espírito do vento, como é o multifacetado Ariel, na peça original de Shakespeare.
E por aqui vamos, ao sabor dos sons da língua crioula que se tornam ainda mais belos conduzidos pela poética arrebatadora de Shakespeare. Que belas que soam, senhores, as palavras do famoso bardo inglês ditas em crioulo! Esteja lá onde estiver, estamos certos que William Shakespeare se sentirá orgulhoso por saber que séculos depois da sua maior criação ter visto a luz do dia, num arquipélago perdido no meio do Atlântico, um grupo de loucos artistas resolveram moldar, com a mesma matéria de que é feito o barro e a argila destas ilhas, a mais bela peça de teatro de todos os tempos (Fonte).
Palco Principal
10 de Setembro, 21H30
Centro Cultural do Mndelo
FICHA ARTÍSTICA
Texto Original: William Shakespeare
Tradução para cabo-verdiano: Coletivo
Encenação e Direção Artística: João Branco
Direção Musical: João Branco
Espaço Cénico: Bento Oliveira
Assistente de encenação, Direção de Movimento e Maquiagem: Janaína Alves
Figurinos: Janaína Alves e João Branco
Desenho de Luz: Edson Fortes
Operação de Luz: Paulo Cunha
Interpretação: Emanuel Ribeiro, Silvia Lima, Chistian Lima, João Branco, Fonseca Soares, Jair Dias Estevão, Nelson Rocha, Móises Delgado, Fabricio Delgado, Renato Lopes, Edson Fortes, Salete Rocha, Katelene Évora, Gielinda Rodrigues, Romina Rocha.Músicos Ricardo Fidalga, Helton Paris, Ailton Paris, Yannick Almeida, Di Fortes e Laura Branco
Video: João Paradela
Agradecimento especial: Mick Lima, Paulino Dias e Fernando Morais
Brito-Semedo, 6 Set 13
Acontece em Mindelo desde ontem, dia 5 de Setembro, o principal evento teatral de Cabo Verde e actualmente o mais importante acontecimento teatral de toda a África Lusófona. Foi considerado em 2005, o mais importante evento teatral do continente africano. Decorre no mês de Setembro, na cidade do Mindelo, e para além da vertente de espectáculos, promove o intercâmbio entre todos os participantes, acções de formação nas mais diversas áreas artísticas ligadas ao teatro, concertos de música, exposições de design e artes plásticas, e, nos últimos anos, um “Festival off” alternativo e uma programação específica dirigida às crianças, denominada de “Teatrolândia”.
Teve a sua primeira edição em 1995, só com a participação de grupos de S. Vicente e Santo Antão, em 1996, teve já um cunho nacional e em 1997 internacionaliza-se e confirma-se como o mais importante evento teatral do arquipélago
Nesta edição de Mindelact 2013 (5 a 14 de Setembro) a cidade do Mindelo recebe perto de 40 espetáculos de teatro para todos os gostos e idades onde imperam a qualidade, a magia e a diversidade (Fonte).
Brito-Semedo, 25 Jul 13
Fundado em 2005, o Centro de Documentação e Investigação Teatral resultou do fato de desde há muito se sentir a necessidade de um local onde os interessados pelas artes cénicas cabo-verdianas, em particular, e estudantes, professores e outros agentes de educação, possam colher informações, investigar e aprofundar conhecimentos relacionados com o teatro cabo-verdiano.
Desde há muito que o interesse pelo teatro manifestado pela sociedade mindelense justifica a existência de uma biblioteca especializada, com peças de teatro e livros técnicos nas diversas áreas técnicas relacionadas com as artes do palco.
A Associação Mindelact, ao longo dos anos, foi acumulando um importante acervo documental e bibliotecário, que com o CEDIT, coloca à disposição de todos os interessados, com destaque para investigadores.
Temos à disposição uma biblioteca de cerca de 1.500 títulos referentes às mais importantes obras teatrais editadas em língua portuguesa, e outras relacionadas com cultura cabo-verdiana, editadas no nosso país.
Temos ainda cópias e/ou originais de praticamente todas as notícias que foram publicadas na comunicação social cabo-verdiana, desde a sua Independência, perfazendo alguns milhares de preciosos documentos, prontos para serem também catalogados, informatizados e colocados à disposição da sociedade civil.
Finalmente, temos ainda um significativo acervo fotográfico, de peças de teatro nacionais e estrangeiras apresentadas em território nacional, assim como programas e folhetos referentes a inúmeros espetáculos.
Brito-Semedo, 21 Jul 13
Brito-Semedo, 12 Abr 13
Contos em Viagem – Cabo Verde
a partir de textos de autores de Cabo Verde
selecção de textos, dramaturgia e assistência artística Natália Luiza
Lisboa, Portugal
Ficha Artística
selecção de textos, dramaturgia e assistência artística Natália Luiza
direcção cénica e desenho de luz Miguel Seabra
interpretação Carla Galvão [texto], Fernando Mota [músico]
música original e espaço sonoro Fernando Mota
espaço cénico e figurinos Marta Carreiras
direcção de produção Narcisa Costa
produção Teatro Meridional
apoio Instituto Camões
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Triste com a notícia de um bom amigo que nos deixo...
Gostei muito.Batcha.
Cara Amiga e Colega, obrigado pela leitura atenta ...
Gostei do seu texto. Assertivo, muito simbólico e ...
Cara Amiga, Os grupos de Carnaval de SonCent têm t...