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Esquina do tempo por Brito-Semedo © 2010 - 2015 ♦ Design de Teresa Alves
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Brito-Semedo, 3 Abr 15
MUDANÇA
C’ bocês
Sempre c’ bocês
nesse luta de tude dia
nesse sperança de tude hora
rise verde e fartura
midje tchuva e sabura
C’ bocês
nesse terra de silencie
nesse tochore sem pecóde
trabói suor e trabói
riqueza de terra ê pa quem?
C’ bocês
sempre c’ bocês
sol quente na cabeça
tchuva de riba de corpe
nôs dstine ê sô um:
vra nôs terra note terra
– Ovídio Martins
in Não Vou para Pasárgada, 1998
Ovídio de Sousa Martins
(S. Vicente, 17 de Setembro de 1928 – 29 de Abril de 1999)
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Olho de lince. Foi gralha, rsss. Vou já corrigir. ...
Sempre com uma criança por perto, rsss. Neste caso...
Obrigado, fiquei a saber algo mais sobre o "meu" M...
E as mulheres tinham três pernas?..
Viva Susana, não não é este Valdemar Pereira, eu f...
O Ovidio me falou com muita magoa do Belarmino de Nhô Talef, seu amigo de infância, um grande jogador de pião, que morreu no mar da Plata ao tentar atravessar o rio para a Argentina. Este poema ja' aparece na priemria ediçao da poesia de Ovido Martins - Os Flagelados do Vente Leste. Na leitura da nossa emigraçao poucos se teem falado daqueles que morreram em procura de Cabo Verde, na feliz expressao de Baltasar Lopes.