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Germano Almeida, que se define ele próprio como um "contador de estórias", é autor de vinte livros, de que se destacam O testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo (posto no cinema), A Ilha Fantástica, A Família Trago e Regresso ao Paraíso (estórias da sua ilha natal), Os dois irmãos (também posto no cinema) e A trilogia do Mindelo com os romances O Fiel Defunto, O Último Mugido e A Confissão e a Culpa.

 

A sua escrita é diferente da geração dos claridosos como Baltasar Lopes ou Manuel Lopes pois não tem como base as questões da emigração, pobreza e secas. Caracteriza-se, sobretudo, por usar o humor e a sátira.

 

Germano Almeida é um dos escritores mais traduzidos de Cabo Verde. Em 2018 ganhou o Prémio Camões, o segundo escritor cabo-verdiano a conseguir tal feito, o prémio mais importante em língua portuguesa.

 

Germano Almeida foi condecorado por Cabo Verde com o Primeiro Grau da Ordem do Dragoeiro, a maior condecoração na área da cultura, e por Portugal com os graus de Comendador da Ordem do Mérito e de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

 

Em 2021 foi homenageado na décima quarta edição do festival literário Escritaria, realizado em Penafiel, norte de Portugal, com direito a uma silhueta (uma espécie de busto) num dos locais principais da cidade.

 

– Manuel Brito-Semedo

 

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