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Para a ocupação e o povoamento das ilhas foi preciso introduzir tudo de fora: pessoas, animais, culturas alimentares de Portugal, da África, do Brasil e da Índia.

 

Estão neste caso, o milho, a mandioca (América), a mangueira (Ásia), o abacateiro (América), a jaca (Malásia), a amendoeira índica (Índia), a purgueira, a papaia, o amendoim, o algodão, o tabaco, o sisal (América), o tamarindeiro (África tropical e Índia), o café (Abissínia e Angola).

 

Usando os recursos e a produção locais, a dieta alimentar tradicional cabo-verdiana é muito na base do milho e de feijões com carne de porco salgado, “bode capado” e galinha (nas zonas rurais) ou peixe, principalmente atum, ôi-lórgue e cavala (nas zonais litorais). A doçaria é feita com a fruta existente e em maior abundância na maior parte do ano, como a banana e a papaia, recorrendo também ao milho, à batata-doce, à mandioca, ao coco e ao queijo de cabra.

 

Para além dos pratos nacionais – cachupa, papa-de-milho, cuscuz, camoca ou caldo-de-peixe – existem pratos típicos das ilhas, como guisado de capado e papa com friginote (ilha de Santo Antão); milho-em-grão, cachupa de cevada e peixe frito de cebolada (melodia) (ilha de São Vicente); guisado de Manuel António e molho de São Nicolau (ilha de São Nicolau); escabeche, cozido de peixe seco e tchacina (ilha da Boa Vista).

 

Manuel Brito-Semedo

 

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