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Passou praticamente despercebido, sem nenhuma referência nos órgãos de comunicação social ou acto comemorativo, os 120 anos do nascimento do escritor António Aurélio Gonçalves, sem dúvida, um dos maiores escritores de Cabo Verde.

 

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Assinalam-se a 30 de Setembro (1901 – 1984) os trinta e cinco anos da literatura cabo-verdiana sem este grande ficcionista mindelense que foi António Aurélio Gonçalves, o nosso Nhô Roque.

 

Em Novembro de 1986, por ocasião do cinquentenário da Claridade, revista de arte e letras (S. Vicente, 1936-1960), apresentei no Simpósio Internacional sobre a Cultura e a Literatura Cabo-verdianas uma comunicação intitulada “A Cidade do Mindelo na Ficção de António Aurélio Gonçalves”, como uma tripla homenagem: (i) ao Ficcionista, que eleva a sua cidade natal à ficção como espaço exclusivo da sua novelística; (ii) à Claridade, revista nascida aqui na cidade do Mindelo; e (iii) à Gente do Mindelo, cujo problema das relações humanas constitui pano de fundo da novelística gonçalviana. Considero hoje ter sido isso uma grande ousadia, pela responsabilidade que acarretava, só possível devido à minha juventude e falta de experiência.

 

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