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Esquina do tempo por Brito-Semedo © 2010 - 2015 ♦ Design de Teresa Alves
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Brito-Semedo, 6 Dez 25

Há gestos que se transformam em música – e há músicas que soam como gestos. Assim chegou até mim a oferta do músico Djinho Barbosa, criador de talento e sensibilidade, que me enviou o seu novo trabalho discográfico, 1Son+Son, composto por catorze faixas inspiradas na alma crioula e nas sonoridades atlânticas de Cabo Verde.
“Deixo uma oferta musical extensa para o amigo Manuel Brito-Semedo, editor e autor de Esquina do Tempo, conteúdo incontornável neste nosso meio Kriolu da criação e da expressão literária.
Espero que as 14 músicas de 1Son+Son possam servir como fundo de fundo e de inspiraSon para continuar a animar a Esquina.”
– Djinho Barbosa
Brito-Semedo, 13 Mai 16
O Governo entende que a cultura é a salvaguarda de um povo, é sua identidade e carisma, sua bandeira e garante da unidade nacional. É pela cultura que evoluímos como povo, sedimentando-nos como Nação.
Cabo Verde é um país culturalmente muito rico. A sua localização geográfica, as condições históricas do processo de constituição das ilhas favoreceram a nossa diversidade cultural, pois desde sempre, propiciaram um cruzamento de diferentes culturas, resultando numa mescla enriquecedora fruto da fusão das culturas sul-americana, europeia e africana.
A vida cultural e a criatividade devem ser preservadas e desenvolvidas por meio de políticas culturais coerentes e eficientes em harmonia com o desenvolvimento das regiões e do país.
É nesse quadro que o Governo aborda a cultura, primeiro, reconhecendo como fundamental que o Estado assuma o papel de facilitador e promotor das condições, por um lado, para que os criadores tenham infra-estruturas, financiamento e salvaguarda dos seus direitos autorais e por outro lado, para que os cidadãos possam fruir da cultura de forma livre, com alto padrão de qualidade, num espírito de construção da cidadania plena.
O Governo visa adotar uma política que terá como meta final a integração da cultura na geração de riqueza económica com uma distribuição nacional equilibrada, procurando incubar pequenas e médias empresas culturais nacionais que possam associar a criatividade à geração de empregos, receitas e bem-estar.
Cabo Verde tem, nos próximos tempos, a missão de redefinir, reenquadrar e dar uma nova dimensão ao papel da cultura e à definição prática do conceito de Indústrias Culturais.
As Indústrias Criativas unem a força tradicional da chamada cultura clássica com o valor agregado do talento empresarial e os novos talentos da média, eletrónica e da comunicação, agrupando os sectores de trabalho cujas atividades produtivas têm como processo principal um ato criativo gerador de um produto, bem ou serviço, cuja dimensão simbólica é determinante do seu valor, resultando em produção de riqueza cultural, económica e social.
Brito-Semedo, 12 Mai 16
O Ensino Superior vai ser transformado num eixo estratégico para o desenvolvimento do país, competitivo no contexto global, com base no tripé Excelência, Eficiência e Internacionalização e com prioridades que passam pela regulação, planeamento indicativo, fiscalização, aproveitamento dos recursos disponíveis no exterior, em particular na diáspora cabo-verdiana e do investimento na formação avançada dos docentes e investigadores universitários residentes no país.
Os docentes/investigadores universitários são uma parte imprescindível na busca das soluções e respostas às questões que se colocam ao desenvolvimento de Cabo Verde, devendo ter as condições para que sejam capazes de ensinar, descobrir, inovar e criar conhecimento.
Historicamente as instituições do ensino superior têm sido um local privilegiado de transmissão e criação de conhecimento. É importante que as instituições do ensino superior cabo-verdianas, para além da sua requalificação, possam assumir integralmente o seu papel nessas duas dimensões, de transmissão e criação de conhecimento, sob o risco de não constituírem real valor acrescentado aos subsistemas do ensino básico e secundário.
Essas instituições, quer públicas, quer privadas, deverão estar em condições de ambicionar elevados patamares de qualidade tanto no ensino como na investigação, para que possam erigir-se em verdadeiras parceiras para o desenvolvimento e progresso da sociedade cabo-verdiana.
Aos três pilares tradicionais da universidade, formação, investigação e extensão, foram acrescentados mais outros dois pilares, democraticidade/inclusão e intervenção.
Enquanto a democraticidade/inclusão favorece o alargamento de oportunidades a estratos menos favorecidos da sociedade, visando, inclusivamente, captar as mentes brilhantes que de outro modo a ela não teriam acesso ou teriam um acesso limitado, o pilar da intervenção veio sublinhar a importância que deve ser atribuída às universidades e outras instituições de ensino superior na promoção de debates no seio da sociedade, na busca conjunta de soluções para os complexos problemas da sociedade contemporânea.
Brito-Semedo, 5 Mar 16
O que foi prometido e o que foi feito na área da Cultura. Um balanço que se impõe.
Transformar a nossa Cultura num recurso estratégico
Para transformar a Cultura Cabo‐verdiana em recurso estratégico, o Governo irá formular e implementar uma política cultural virada para o desenvolvimento dando uma atenção especial:
• À revisão do quadro institucional de maneira a permitir uma maior parceria entre o Estado, os Produtores de cultura e o sector privado, bem como a gestão partilhada do sector da cultura e a capacitação institucional para promover, defender e divulgar os produtos culturais e a propriedade intelectual. Neste particular, o Governo irá dinamizar a criação de uma Sociedade para o Desenvolvimento da Cultura no quadro de uma Parceria Público Privado de promoção da cultura;
Brito-Semedo, 4 Mar 16
O Esquina do Tempo confronta o tópico 'Cultura' das Plataformas/Manifestos Eleitorais dos principais partidos – PAICV, MpD e UCID.
CULTURA
A cultura é a salvaguarda de um povo, é sua identidade e carisma, sua bandeira e garante da unidade nacional. É pela cultura que evoluímos como povo, sedimentando-nos como Nação.
O nosso compromisso:
• Reenquadrar e dar uma nova dimensão ao papel da cultura e à definição prática do conceito de Indústrias Culturais.
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Triste com a notícia de um bom amigo que nos deixo...
Gostei muito.Batcha.
Cara Amiga e Colega, obrigado pela leitura atenta ...
Gostei do seu texto. Assertivo, muito simbólico e ...
Cara Amiga, Os grupos de Carnaval de SonCent têm t...