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Calane da Silva, Meu Irmão Índico

Brito-Semedo, 22 Jun 21

 

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Na ‘Carta para Manuel Bandeira’¹, o Poeta modernista cabo-verdiano Jorge Barbosa (Praia, 1902 – 1971), escreveu os seguintes versos para o Poeta brasileiro (Manuel Bandeira, 1886 – 1968) que não conhecia e de quem não tinha lido nenhum livro, apenas o poema ‘Estrela da Manhã’ e alguns outros:

 

Aqui onde estou, no outro lado do mesmo mar,

tu me preocupas, Manuel Bandeira,

meu irmão atlântico.

 

Eu faria por ti qualquer cousa impossível.

Depois voltaria tranquilamente para a minha ilha

no outro lado do Atlântico.

 

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Onésimo Silveira

 

Mindelo, 10.Fev.1935 – 29.Abr.2021 

 

 

"Ao tentar pôr em relevo a singularidade da obra de Onésimo Silveira, desde uma poesia humanista e profunda a um trabalho de alto recorte analítico que a completa (especialmente em África ao Sul do Sahara mas também em A democracia em Cabo Verde), estou a falar de um pensador original e de primeiro plano no espaço de língua portuguesa, e mesmo para lá deste no que concerne ao tratamento teórico interdisciplinar dos problemas do 'desenvolvimento'”.

 

– Adelino Torres, Professor Catedrático jubilado da Universidade Técnica de Lisboa

in "Elogio do escritor caboverdiano Onésimo Silveira", 2012

 

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