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– Em homenagem à Poetisa Gertrudes Ferreira Lima [Tolentino], a Humilde Camponesa, este buquê de flores.

 

 

Neste mês da Mulher, da Árvore & Poesia, evoco e homenageio todas as mulheres cabo-verdianas na pessoa da poetisa Gertrudes Ferreira Lima [Tolentino] (Santo Antão, 1854 – 1915).

 

Buquê di flor

Ta falta’m jeite p’oferecebe

Andâ cu bô braçado

Ta fadja’m compass

Má nem por isse

Ca parce’m si na mundo

Tem amor maior!

 

Si nhas bêjin

É só na hora di nôs dôs

E nhas carinho

Guardado só pa um momente

Má nem por isse

Ca parce’m si na mundo

Tem amor maior!

 

Quem qui ca da valor

Nôs amizade

Ca sabê qui amor

Di palco é fingide

Ma qui ta conta é sentimente

Ma qui ta conta é quel di coraçon

 

– Morna “Nôs Amizade”, Adalberto Silva ‘Betú’, 2003

 

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Teobaldo Virgínio Nobre de Melo era natural da Ponta do Sol, Ribeira Grande de Santo Antão, onde nasceu a 21 de Maio de 1924. Autor de vasta obra poética e ficcional, inspirada em Santo Antão, sua ilha natal, morreu no passado dia 03 de Dezembro, em Boston, EUA, onde residia havia várias décadas.

 

Membro da Academia Cabo-verdiana de Letras, tinha 96 anos, o que fazia dele o decano das letras crioulas. Em nota de pesar, o presidente Jorge Carlos Fonseca diz lamentar a morte de Teobaldo Virgínio, “figura que encarnava o modelo do intelectual cabo-verdiano do seu tempo: homem viajado, conhecedor do mundo, escritor e amante do seu torrão natal”.

 

Publicou o seu primeiro livro, Poemas cabo-verdianos, em 1960. No mesmo ano, publicou alguns poemas na revista Claridade, nº 9, juntamente com Arnaldo França, Jorge Pedro Barbosa, Virgílio Pires, sendo por isso considerado um claridoso de última vaga. Foram, ao todo, doze volumes publicados.

 

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Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...

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