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Brito-Semedo, 30 Nov 25

Em 1898, um cónego de Santo Antão traduziu Os Lusíadas para crioulo. Um gesto discreto que mostra como as ilhas se reconheceram dentro da epopeia.
Brito-Semedo, 16 Nov 25

Os manuais escolares moldam a forma como os jovens olham para si, para o país e para o mundo. Uma leitura crítica dos manuais de Português do 9.º, 10.º e 11.º ano em Cabo Verde revela avanços, omissões e oportunidades para um ensino mais plural, mais consciente e mais atento à nossa realidade cultural.
Brito-Semedo, 1 Jul 25

A conferência Antes da Bandeira – A Literatura Cabo-Verdiana às Portas da Independência propõe uma reflexão sobre o papel estruturante da literatura na formação da identidade nacional cabo-verdiana antes da independência de 1975. Sustenta-se que, muito antes da existência formal de símbolos como a bandeira, o hino ou o governo, Cabo Verde já se afirmava na palavra escrita. Através de autores como Jaime de Figueiredo, Baltasar Lopes, Jorge Barbosa, Orlanda Amarílis, entre outros, e publicações fundamentais como Claridade, Certeza e Seló, foi-se desenhando uma consciência de país enraizada na experiência insular e na resistência simbólica.
Brito-Semedo, 23 Fev 25

No final do século XIX, em meio ao crescimento da imprensa lusófona, Cabo Verde viu surgir uma publicação que marcaria a sua história editorial. Em 1901, A Esperança nasceu como um desdobramento do Almanach Luso-Africano, consolidando-se como um espaço essencial para a difusão do pensamento africano e lusófono. Mais do que um simples periódico, tornou-se uma ferramenta fundamental para a promoção do conhecimento e da cultura, abrindo caminho para escritores, intelectuais e educadores do arquipélago e do mundo lusófono.
Brito-Semedo, 19 Mar 22

Finalmente, ele resolveu pôr-se à prova! Daniel Silves Ferreira, de médico especialista passa, a partir de agora, a também fazer parte do nosso panteão de escritores e a pleitear a sua inscrição na União de Médicos Escritores e Artistas Lusófonos (UMEAL), entre seus pares. Salve!
Existem casos de revelação ou de descoberta de talento tardio e Daniel Silves Ferreira parece ser um deles. Feito todo o percurso profissional como médico psiquiatra, envereda-se agora pela escrita e, corajosamente, começa por um romance – considerado o género maior da literatura – cuja narrativa propõe, de certa maneira, um mergulho no mais íntimo das personagens, de um ponto de vista psicológico. Caso para se dizer que a pandemia, tempo em que o livro foi escrito, não desencadeou apenas efeitos nefastos; ela também fez vir à luz talentos insuspeitos e surpreendentes.
Não tenho conhecimento de haver outra obra de ficção que retrate tão bem a vivência e os costumes da Praia desse período. Na verdade, ficcionistas naturais da Praia ou com o foco nesta cidade são muito poucos.
Brito-Semedo, 29 Set 21

Faleceu no Mindelo no dia 24 de Setembro, cidade onde nasceu a 01 de Agosto de 1940, Rolando Vera-Cruz Martins, professor de muitas gerações e um dos timoneiros da ‘Seló – Página dos Novíssimos’, aos oitenta e um anos de idade.
Brito-Semedo, 25 Ago 21


Palavras proferidas na qualidade de presidente do júri da 4.ª edição do “Prémio Literário Arnaldo França”.
“O livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós”.
– Franz Kafka
Começo por saudar o Dia Nacional da Imprensa Escrita quando se assinala os 179 anos da sua instalação em Cabo Verde. E a forma encontrada para celebrar a data não poderia ter sido mais simbólica que com o lançamento dos livros das duas últimas edições de um Prémio Literário promovido em parceria pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda de Portugal e Imprensa Nacional de Cabo Verde e anunciar a abertura de uma sua quarta edição.
Brito-Semedo, 18 Mar 21



– Em homenagem à Poetisa Gertrudes Ferreira Lima [Tolentino], a Humilde Camponesa, este buquê de flores.
Neste mês da Mulher, da Árvore & Poesia, evoco e homenageio todas as mulheres cabo-verdianas na pessoa da poetisa Gertrudes Ferreira Lima [Tolentino] (Santo Antão, 1854 – 1915).
Buquê di flor
Ta falta’m jeite p’oferecebe
Andâ cu bô braçado
Ta fadja’m compass
Má nem por isse
Ca parce’m si na mundo
Tem amor maior!
Si nhas bêjin
É só na hora di nôs dôs
E nhas carinho
Guardado só pa um momente
Má nem por isse
Ca parce’m si na mundo
Tem amor maior!
Quem qui ca da valor
Nôs amizade
Ca sabê qui amor
Di palco é fingide
Ma qui ta conta é sentimente
Ma qui ta conta é quel di coraçon
– Morna “Nôs Amizade”, Adalberto Silva ‘Betú’, 2003
Brito-Semedo, 17 Dez 20

O livro Cesária Évora é uma das mais importantes biografias feitas sobre a diva maior da música cabo-verdiana, falecida a 17 de Dezembro de 2011. A sua leitura permitirá conhecer Cesária Évora para além das luzes da ribalta, nos bastidores, no dia-a-dia e na intimidade, uma preciosa contribuição da crítica genética sobre esta grande artista”.
A Rosa de Porcelana Editora acaba de publicar o livro Cesária Évora de Elżbieta Sieradzińska, editado inicialmente em polaco em 2015. A tradução é de Włodzimierz J. Szymaniak, coadjuvado por Manuel Brito-Semedo. Segue um extracto em jeito de pré-publicação.
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Viva Susana, não não é este Valdemar Pereira, eu f...
Corrigido no texto. Grato pela correção. Abraço.
Ele nasceu em 1824.
Grato pela partilha destas informações que enrique...
Devido à oportunidade de realizar pesquisas sobre ...