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Esquina do tempo por Brito-Semedo © 2010 - 2015 ♦ Design de Teresa Alves
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Brito-Semedo, 8 Jan 26

Em 2026, Cabo Verde assinalará 35 anos de Liberdade e Democracia, marco decisivo da consolidação do Estado de Direito democrático, e 90 anos da Revista Claridade, acto fundador da modernidade literária cabo-verdiana. Em 2027, evocaremos duas datas centrais do nosso património cultural e intelectual: os 120 anos do nascimento de Baltasar Lopes da Silva e os 80 anos da publicação do romance Chiquinho, obra maior da literatura cabo-verdiana.
Brito-Semedo, 6 Jan 26

Conversa, escuta e comunidade
O poial foi, durante gerações, um lugar simples e essencial. À porta de casa, sentava-se para ver a rua, trocar palavras, ouvir histórias e deixar o tempo correr sem pressa. Ali se falava do quotidiano, mas também do mundo; ali se construía, sem o saber, uma forma de comunidade.
Brito-Semedo, 3 Jan 26

Memória, reflexão e permanência editorial
Há projectos que nascem para responder ao imediato e outros que se constroem para durar. A CRIoula MBS pretende inscrever-se nesta segunda categoria.
Brito-Semedo, 1 Jan 26

CRIoula MBS
Da palavra ao livro
Da crónica ao livro, da palavra ao gesto: nasce a CRIoula MBS, uma pequena editora com alma atlântica, criada para dar casa às palavras e prolongar a travessia iniciada na Esquina do Tempo.
Brito-Semedo, 30 Dez 25

Mindelo. Porto e cidade, no tempo que passa
No fim de 2025, este texto é um pequeno balanço, feito sem solenidade. Não para fechar um ciclo, mas para reconhecer um caminho percorrido, com continuidades e hesitações. A escrita segue, enquanto fizer sentido – acompanhando, como sempre, o país no tempo que passa.
Brito-Semedo, 12 Dez 25

O Parecer do Procurador-Geral da República, de 8 de Setembro de 2025, expôs o que muitos desconfiavam mas poucos ousavam dizer: ao adoptar uma ortografia única e funcional, o Manual de Língua e Cultura Cabo-Verdiana ultrapassou a lei, precipitou um facto consumado e empurrou a escrita do crioulo para um terreno sem legitimidade. O debate sobre a língua voltou à mesa – e desta vez não pode ser ignorado.
Brito-Semedo, 5 Dez 25

A 5.ª edição do Festival Literário Morabeza – Festa do Livro de Cabo Verde aproxima-se. De 9 a 12 de Dezembro, a cidade da Praia voltará a ser palco de livros, debates e promessas. Sob o lema “As Letras ao Serviço da História”, o festival pretende celebrar os 50 anos da Independência e afirmar o livro como símbolo de memória, identidade e futuro. Serão dias de encontros, leituras e discursos, em que o país parecerá inteiro a ler ou, pelo menos, a fingir que lê.
Brito-Semedo, 2 Dez 25

Capa do Fascículo 5 – Canto V, dedicado a Cabo Verde.
Comentado por Dina Salústio, Germano Almeida e José Luiz Tavares, com ilustrações de Yuran Henrique.
(Edição comemorativa do V Centenário de Luís de Camões, Imprensa Nacional / Academia das Ciências de Lisboa, 2025.)
Assinalam-se em 2024 os 500 anos do nascimento de Luís de Camões, figura maior da língua portuguesa e autor de Os Lusíadas, obra fundadora da nossa tradição literária. No âmbito dessas comemorações, que decorrem até 2026, a Porto Editora e a Imprensa Nacional lançaram a Colecção Camões 500 Anos, reunindo ensaios dedicados à presença do poeta nas várias geografias da língua portuguesa. Cabo Verde participa com o fascículo Cabo Verde e o Canto V d’Os Lusíadas, no qual o ensaio Camões reencontrado nas ilhas propõe uma leitura atlântica e crioula do poeta – vista das ilhas onde o mar é memória e horizonte.
Brito-Semedo, 8 Nov 25

O Plano Nacional de Leitura de Cabo Verde (PNLCV) nasceu entre protocolos e discursos exemplares, mas continua longe das salas de aula, das bibliotecas e dos leitores. No papel, promete consagrar autores e formar leitores; na prática, limita-se a sublinhar as suas próprias intenções – e a esquecer o país que diz querer ler. O Plano criou cerimónia; o país continua à espera de páginas.
Brito-Semedo, 30 Out 25

No próximo sábado, 1 de Novembro, será apresentado em Lisboa o livro Tarrafal, 1975 – O Campo do Silêncio, da jornalista Sandra Inês Cruz, uma obra que devolve voz aos últimos presos políticos de Cabo Verde, silenciados entre o 25 de Abril português e a independência das ilhas. A partir dessa evocação, renova-se o debate sobre o sentido da liberdade, a manipulação da memória e o dever de transformar o antigo Campo de Trabalho de Chão Bom num verdadeiro lugar de resistência e de consciência histórica.
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Viva Susana, não não é este Valdemar Pereira, eu f...
Corrigido no texto. Grato pela correção. Abraço.
Ele nasceu em 1824.
Grato pela partilha destas informações que enrique...
Devido à oportunidade de realizar pesquisas sobre ...