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Brito-Semedo, 2 Dez 25

Capa do Fascículo 5 – Canto V, dedicado a Cabo Verde.
Comentado por Dina Salústio, Germano Almeida e José Luiz Tavares, com ilustrações de Yuran Henrique.
(Edição comemorativa do V Centenário de Luís de Camões, Imprensa Nacional / Academia das Ciências de Lisboa, 2025.)
Assinalam-se em 2024 os 500 anos do nascimento de Luís de Camões, figura maior da língua portuguesa e autor de Os Lusíadas, obra fundadora da nossa tradição literária. No âmbito dessas comemorações, que decorrem até 2026, a Porto Editora e a Imprensa Nacional lançaram a Colecção Camões 500 Anos, reunindo ensaios dedicados à presença do poeta nas várias geografias da língua portuguesa. Cabo Verde participa com o fascículo Cabo Verde e o Canto V d’Os Lusíadas, no qual o ensaio Camões reencontrado nas ilhas propõe uma leitura atlântica e crioula do poeta – vista das ilhas onde o mar é memória e horizonte.
Brito-Semedo, 30 Nov 25

Em 1898, um cónego de Santo Antão traduziu Os Lusíadas para crioulo. Um gesto discreto que mostra como as ilhas se reconheceram dentro da epopeia.
Brito-Semedo, 10 Jun 15
Tradução em Crioulo, variante da ilha de Santo Antão, do Canto 5.º, Estâncias VIII e IX, d’ Os Lusíadas, datada de 1898, de autoria de um dos mais ilustres filhos dessa ilha, o Cónego A. da Costa Teixeira, que foi editor do Almanach Luso-Africano (S. Nicolau, 1895 e 1899) e da revista literária A Esperança (S. Nicolau, 1901) e autor da 1.ª cartilha caboverdiana: Cartilha Normal Portuguesa (Porto-Cabo Verde, 1902), destinado ao "Ensino primário completo".
O texto está datado de 5 de Maio de 1898 e assinado com a indicação do autor ser “Caboverdiano”:
VIII
Depôs que nô passá quês îa Canária,
Q'otr'óra ês dá nôme de Furt'náde,
Nó'ntrá tá navegá lá pa quês ága
Quês térra onde mute maravia nôve
Nosse navi de guêrra j'andá t'oiá:
Lá nô ribá c'um vintim favoréve
Pa nô t'mésse na quês térra mantmente.
IX
Nòs antrá na pôrte d'un d'aquês îa,
Q'tmá nôme d'aquêll guerrente'Sam Thiágue,
Sánte q'ajdá mute naçom spanhòl
Fazê n'aquês geste môr mute strágue
D'êi, q'ande soprá um vintim de Nôrte,
Nô torná t'má noss'camim socégáde
Na mêi d'aquêll mar, e assim nô bá d'xande
Quell'terra, onde nô ochá refrésque sabe.
– Cónego A. da Costa Teixeira, “Chegada Ás Ilhas de Cabo-Verde”, Revista Portuguesa Colonial e Marítima, Lisboa, 1º Ano, 2º Semestre, 1897-1898, p. 566.
Esquecer!? Ninguém esquece…
Suspende fragmentos na câmara escura, que se revelam à luz da lembrança...
Viva Susana, não não é este Valdemar Pereira, eu f...
Corrigido no texto. Grato pela correção. Abraço.
Ele nasceu em 1824.
Grato pela partilha destas informações que enrique...
Devido à oportunidade de realizar pesquisas sobre ...